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A voz do colecionador: Anderson Fernandes Borges

Hoje temos uma nova entrevista em nossa sessão "Voz do Colecionador" que exibe periodicamente entrevistas com diversos colecionadores, que contarão um pouco sobre como iniciaram este hobby, as suas experiências e as raridades em possuem em seus acervos.
 
Qual seu nome completo, onde mora e qual seu time de coração? 
Anderson Fernandes Borges, moro em Santo André e sou Corinthiano, Maloqueiro e Sofredor, graças a Deus.


Conte-nos um pouco como surgiu sua paixão por camisas e quando você começou a colecionar.
Paixão por futebol é desde criança, principalmente por Copa do Mundo. A primeira que acompanhei foi de 1994, QUE COPA!!! Fiquei louco na época por todas as camisas, mas com 11 anos de idade, não tinha dinheiro para assumir esse hobby. Minha coleção começou de verdade em 2009, assim que terminei minha faculdade.

Você teve incentivo de alguém ou começou a colecionar por conta própria?
Por conta própria.

Qual foi a sua primeira camisa de futebol?
Tenho que confessar, meu primeiro foi um macacão do Santos quando eu era bebê. Filho de Santista não tem como fugir, não é mesmo? Mas a minha primeira de verdade foi uma do Coringão com patrocínio da Kalunga com a 10 do Neto que ganhei no natal de 1990. Que infelizmente não tenho mais.

Atualmente, quantas camisas você tem em seu acervo e qual o foco de sua coleção?
O número ao certo não sei, mas gira em torno de 250 no total (seleções e times). Meu foco é seleções FIFA ou Não-FIFA (ConiFA ou N.F. Board). O foco de seleções começou em 2013.. Desde criança tenho um lado vexilologia e por isso sempre buscava  camisas de seleções que tinha a bandeira nacional do pais nela, então foi questão de tempo para essas duas paixões se unirem e eu buscar a meta de ter todas FIFA (estou com 160/209) e o máximo possível das não FIFA (estou com umas 20).

Você tem alguma camisa que considera especial? Qual a maior relíquia em sua coleção?
Muito difícil escolher alguma pois tenho varias que considero especial, principalmente as Não-FIFA, já que são camisas que não são feitas em grandes quantidades, mas vamos lá:

Considero especial não FIFA: Vaticano 1998/2010, Sealand 2012/14, Sápmi (Lapônia) 2006, Tamil Eelam 2013.





Das seleções FIFA considero: Mongólia 2015, Macau 2012/14, Eritreia início dos anos 90.




Considero modelos clássicos: Alemanha 1990, Iugoslávia 1992, Itália 1994 e Croácia 1998.





Mas sem duvida nenhuma a relíquia, a joia da coroa é a da seleção do Vaticano.


Qual camisa foi a mais difícil de conseguir?
A mais difícil foi Vaticano, na verdade acredito ser a única aqui no Brasil. Mas Butão, Taipei, Tuvalu e Macau também foram complicadas. Eu e meu amigo Gustavo Curvelo adicionamos algum "doido" do país e perguntamos se eles poderiam nos ajudar a conseguir uma camisa. Macau e Taipei adicionei um cara que não tinha foto no face e tinha apenas 3 amigos, fizemos um pagamento por Paypal para ele e enviamos a grana. A gente tinha certeza que iria tomar o calote (ate apelidamos ele de "Fake"). No fim das contas tudo deu certo e ele se tornou um grande amigo nosso, um grande sujeito. Tenho também RCS (Representation of Czechs and Slovaks) que atuou apenas 7 jogos durante as eliminatórias para copa de 1994 após a Tchecoslováquia se dissolver. Essa também é complicada de conseguir (detalhe que nos primeiros jogos eles não tinham escudo).






Qual camisa considera a mais bonita de sua coleção? 
Quando comecei a colecionar seleções eu tracei um objetivo: Ter os modelos que eu gosto de cada seleção, modelos específicos... não me importo com quantidade (não fico contando quantas tenho) me preocupo que elas sejam de modelos que eu goste, ate por isso tem algumas seleções que tenho 2 ou 3 camisas. Obviamente algumas seleções não podem ter esse luxo de escolher modelo especifico, por exemplo Turcomenistão ou Líbano.



Sendo assim tenho várias que acho linda. Mas para sair de cima do muro escolheria a camisa do Tibet, pois tem todas as características que busco numa camisa de seleção. Tem a bandeira nacional, uma marca d’água com um símbolo nacional, inscrição na língua do país, uma fonte que tem características parecida com a escrita deles...Depois de um tempo, tive o prazer de conhecer o designer da camisa e me tornar um grande amigo dele: o Antônio Bordallo ( veja matéria completa ).




Qual camisa ainda não esta em seu acervo e que deseja conseguir? 
Romênia 1994 (um dia meu amigo Fernando Silva vai me vender a dele ( veja matéria completa ), Burkina Faso 2012, Djiboti 1993 (essa só meu amigo Simone que tem e a camisa é maravilhosa), Serra Leoa 09/11 e mais algumas ai.




Qual seu conselho a quem esta começando agora?
Se esta pensando em colecionar seleções se prepare pra gastar, pois não são baratas. Claro que de seleções comum você consegue por bons preços, mas seleções raras não tem como comprar barata. E se estiver barata desconfie, pois tem muita camisa pirata por ai, então tome cuidado, o melhor jeito de garantir algo é conversando com outros colecionadores e mesmo assim sempre tem alguma camisa que deixa com a pulga atrás da orelha.
Deixe seu comentário final a todos que estão lendo esta matéria? 
Faça amigos, sempre que possível. Este é um hobby e tem que ser saudável, tem que ser algo que te traga satisfação. Gente pra te enganar vai ter muitas,  mas continue ajudando sempre que possível quem você puder. Fiz muitos amigos neste meio, amigos de verdade e isso acho q vale mais que qualquer outra coisa. Agradeço também ao meu sogro Algeo Bittencourt Cairolli pela gentileza de ter tirado as fotos de minha coleção. Muito obrigado.

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