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Parceria não funciona e Atlético Mineiro estuda troca de fornecedor para 2017

Em setembro de 2015 o Atlético Mineiro se viu diante de uma oferta tentadora e sem precedentes na história alvinegra. Prometendo uma parceria inovadora, a empresa canadense Dryworld ofereceu um contrato de R$ 100 milhões ao clube mineiro, por um acordo de cinco temporadas.

Números jamais vistos nos acordos anteriores assinados pelos clubes mineiros. Com vantagem financeira e expectativa de uma relação diferente, o presidente do Atlético, Daniel Nepomuceno, assinou o contrato com a Dryworld. Um ano depois a situação é bem diferente da promessa feita aos dirigentes atleticanos.

O acordo assinado em 2015 só passou a valer em 1º de fevereiro, um dia após o término do vínculo com a Puma. Portanto, apenas sete meses de relação foram suficientes para fazer o Atlético pensar em romper o contrato com duração até o final de 2020. A insatisfação com a empresa canadense vai desde os prazos não cumpridos como a falta adequada no fornecimento de produtos para os torcedores.


Um exemplo da falta de atenção com o torcedor é a ausência de uma loja virtual. Desde que assumiu o comando da marca "Loja do Galo", a Dryworld demorou para reinaugurar a loja localizada na sede do clube e ainda não começou a fazer a venda online, prejudicando os atleticanos que moram fora de Belo Horizonte.

Mas até mesmo quem é da capital ou região metropolitana sofre com a falta de abastecimento. A linha completa de 2016 não está disponível em nenhuma loja. Somente camisas de jogos e alguns produtos estão à disposição do torcedor.

Falta de fornecimento que também atinge o clube.  Com material escasso, nem todas as equipes da base do Atlético receberam novos uniformes. Alguns times seguem treinando e atuando com o material confeccionado pela Puma.


Por causa dos problemas, o Atlético Mineiro teria sido obrigado a usar uniforme branco em duas partidas em casa: contra o Atlético Paranaense e contra a Ponte Preta. Entretanto, a situação é desmentida pelo clube alvinegro, que garante ter usado contra o Furacão o segundo uniforme por causa do calor no dia do jogo e diante da Macaca, por causa de um pedido da equipe paulista. 

A promessa é que o problema será resolvido e que o time alvinegro já irá atuar com o uniforme tradicional contra o Vitória, no Estádio Independência. Segundo a Dryworld, uma nova remessa já foi enviada.

A empresa canadense explicou que a situação vem ocorrendo por causa de uma reestruturação financeira na Rocamp, empresa paranaense adquirida pela Dryworld para realizar a confecção dos uniformes dos clubes brasileiros e admitiu que houve atraso no repasse da camisa principal. 

-Nós estamos tendo algum tipo de atraso, sim, isso na gestão anterior. Como houve mudança de cenário na empresa, na gestão, estamos procurando normalizar. Pelas informações que tenho, a situação já está sendo normalizada. Imediatamente, o clube não pode ser penalizado, e estamos tentando resolver essa situação o mais rápido possível – garantiu Edson Campagnolo, membro do conselho da Dryworld na América do Sul e um dos sócios da Rocamp. 

Os prazos não cumpridos, para entrega de materiais e até mesmo para os pagamentos, fazem o Atlético ter uma preocupação quanto ao futuro da parceira. Motivo pelo qual o clube já estuda uma maneira de romper o contrato com a Dryworld e negociar com uma nova fornecedora de material esportivo. 


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